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Gustavo Petro apoia PIX e pede sua adoção na Colômbia

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, defendeu o sistema de transferências instantâneas PIX e solicitou sua implementação em seu país, criticando sanções dos EUA.
Foto: 1 de 1 Gustavo Petro — Foto: REUTERS / Luisa Gonzalez

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou apoio ao sistema de transferências instantâneas PIX, pedindo sua adoção em seu país. A declaração foi feita em uma postagem na rede social X, em resposta a comentários sobre possíveis sanções dos Estados Unidos ao Brasil, caso o sistema não fosse encerrado.

Petro destacou que o modelo brasileiro é uma alternativa mais eficiente e criticou os mecanismos financeiros utilizados pelos Estados Unidos. Em sua postagem, ele afirmou:

Le pido a Brasil extender el sistema PIX a Colombia.

O presidente colombiano também criticou a lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), alegando que o mecanismo não é mais eficaz contra o narcotráfico e está sendo usado como uma ferramenta de controle político. Ele observou que líderes do tráfico internacional conseguem evitar as sanções e viver com luxo, enquanto a ferramenta é utilizada para pressionar adversários políticos.

Petro defendeu uma governança global mais democrática e criticou os conflitos internacionais, afirmando que guerras geram perdas para toda a humanidade. Suas declarações surgem em um momento de crescente debate sobre o papel do PIX no sistema financeiro global, que foi criado pelo Banco Central em 2020 e se tornou um dos principais meios de pagamento no Brasil.

Recentemente, um relatório da Casa Branca destacou o PIX como um sistema prejudicial às grandes empresas de cartão de crédito. O documento indicou que o Banco Central poderia favorecer o sistema, afetando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também respondeu às críticas de Trump, afirmando que o Brasil não recuará no uso do PIX. Ele enfatizou que o sistema é uma ferramenta importante para a sociedade brasileira e que o governo pode aprimorá-lo para atender melhor às necessidades dos usuários.

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