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Denúncias de monitoramento levam a exonerações na Casa de Apoio de Cajazeiras

Duas servidoras da Casa de Apoio de Cajazeiras pediram exoneração, citando insatisfação com a gestão e denúncias de monitoramento no local. A Prefeitura ainda não se manifestou.
Foto: Resenhapolitika

A recente exoneração de duas servidoras da Casa de Apoio de Cajazeiras, localizada em João Pessoa, levanta questões sobre a gestão do espaço e práticas de monitoramento. As funcionárias alegam que a decisão foi impulsionada por medidas adotadas pela prefeita de Cajazeiras, Socorro Delfino.

Entre as ações que geraram descontentamento está a proibição de atendimentos e encaminhamentos de pacientes pelo médico e ex-prefeito Zé Aldemir, o que, segundo as servidoras, dificultou o atendimento à população que busca assistência médica na capital paraibana.

Outro fator que contribuiu para o pedido de exoneração foi a instalação de câmeras com captação de áudio e vídeo nas dependências da Casa de Apoio. Essa medida gerou preocupações entre os funcionários sobre o ambiente de trabalho e a rotina da unidade.

Até o momento, a Prefeitura de Cajazeiras não se pronunciou oficialmente sobre as alegações feitas pelas ex-servidoras. O espaço permanece aberto para manifestações da gestão municipal sobre os fatos relatados.

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