O Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos anunciou a chegada do porta-aviões USS Nimitz à região do Caribe. Este movimento ocorre em um contexto de crescente pressão do governo do presidente Donald Trump sobre Cuba.
Além disso, no mesmo dia, Washington formalizou acusações contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relacionadas a um incidente de 1996, quando aeronaves militares cubanas derrubaram aviões de um grupo de exilados cubanos.
O Comando Sul descreveu o USS Nimitz e seu grupo de ataque como símbolos de prontidão e presença, destacando sua capacidade de alcance e letalidade. O porta-aviões, que possui 333 metros de comprimento e está em operação desde 1975, é o mais antigo porta-aviões de propulsão nuclear ainda ativo.
Com capacidade para transportar dezenas de aeronaves e uma tripulação de cerca de 6 mil pessoas, o USS Nimitz representa uma significativa presença militar na região.
Em declarações recentes, Trump afirmou que os EUA estão 'libertando Cuba', sem prever as consequências para a ilha. As acusações contra Raúl Castro incluem homicídios e conspiração, refletindo uma escalada nas tensões diplomáticas entre os dois países.