Durante um fórum de investimentos em Miami, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que 'Cuba é a próxima'. Ele elogiou as operações militares dos EUA na Venezuela e no Irã, embora não tenha especificado suas intenções em relação à ilha.
Trump frequentemente menciona que o governo cubano enfrenta uma grave crise econômica e está à beira do colapso. Recentemente, sua administração iniciou negociações com líderes cubanos, enquanto o presidente insinuou a possibilidade de uma ação militar.
Eu construí este grande Exército. Eu disse: 'Vocês nunca precisarão usá-lo'. Mas às vezes é preciso usá-lo. E Cuba é a próxima, aliás — afirmou Trump, pedindo que os presentes ignorassem suas palavras.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, confirmou que o país está em negociações com os EUA para evitar um possível confronto militar. A economia de Cuba foi severamente impactada pela interrupção das importações de petróleo, essenciais para suas usinas de energia e transporte.
Antes da operação dos EUA para capturar Nicolás Maduro, a Venezuela era uma importante fornecedora de petróleo para Cuba. Contudo, o novo governo venezuelano, sob pressão dos EUA, interrompeu esses envios.
No início de março, Trump mencionou que Cuba poderia ser alvo de uma 'tomada amigável', mas também alertou que 'pode não ser uma tomada amigável'.