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Três novos suspeitos são presos por morte de jovem em salto de rope jump

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, neste sábado, 20, três novos suspeitos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em Limeira. A jovem caiu de uma ponte sem cordas de segurança durante a ativid...
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

A Polícia Civil de São Paulo efetuou, neste sábado, 20, a prisão de uma mulher e dois homens suspeitos de envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. A jovem faleceu após um salto de rope jumping na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior do estado, onde foi lançada de uma altura de 40 metros sem a devida segurança.

As identidades dos novos presos não foram divulgadas. Com essas prisões, o total de suspeitos detidos sobe para seis, incluindo três instrutores que já estavam sob custódia desde a última terça-feira, 16. Os instrutores Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves, que auxiliaram Maria Eduarda durante o salto, foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória II (CDP) de Guarulhos.

De acordo com a Polícia Civil, a jovem deveria estar presa a duas cordas de segurança, mas nenhuma delas foi instalada antes do salto. O momento da queda foi registrado em vídeo e se espalhou pelas redes sociais, gerando grande repercussão.

A delegada Andrea Levy, responsável pela investigação, informou que os instrutores afirmaram em depoimento não se lembrar de quem deveria ter instalado ou verificado os equipamentos de segurança. O caso está sendo tratado como homicídio com dolo eventual, que ocorre quando se assume o risco de provocar a morte.

Além da dinâmica do acidente, a polícia investiga o desaparecimento de uma câmera que estava com Maria Eduarda no momento da queda. A prefeitura de Limeira anunciou que pretende processar a União, alegando que a responsabilidade pela fiscalização e manutenção da ponte é do governo federal.

Em resposta, a Secretaria de Patrimônio da União lamentou a morte da jovem e esclareceu que a ponte pertence a um trecho não implantado do ramal da RFFSA e que a transferência patrimonial para a superintendência da SPU de São Paulo foi finalizada em março de 2026.

Os instrutores envolvidos na operação do salto expressaram confusão sobre a ausência das cordas de segurança, afirmando que as inspeções eram realizadas normalmente antes das atividades. Um deles declarou: "No dela estamos sem entender até agora".

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