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Pesquisa aponta que Lula saiu fortalecido após encontro com Trump

Uma pesquisa recente revela que 43% dos brasileiros acreditam que Lula saiu mais forte após sua reunião com Trump, enquanto 60% consideram o encontro positivo para o Brasil.
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

Uma nova pesquisa realizada pela Genial/Quaest indica que uma parte significativa da população brasileira vê o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como fortalecido após seu encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com os dados, 43% dos entrevistados acreditam que Lula saiu mais forte politicamente da reunião.

Em contraste, 26% consideram que o presidente brasileiro saiu enfraquecido, enquanto 13% afirmam que a reunião não teve impacto em sua posição. Além disso, 18% dos participantes não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa também avaliou a percepção sobre o caráter do encontro. Para 37% dos entrevistados, a reunião foi positiva para Lula, enquanto 20% a consideraram negativa. Outros 6% acreditam que o encontro não teve um saldo claro, e 37% não souberam ou não responderam.

Quando questionados sobre os impactos para o Brasil, 60% dos participantes consideraram a reunião benéfica para o país, enquanto 18% a avaliaram como ruim. Outros 10% não perceberam impacto positivo ou negativo, e 12% não souberam ou não responderam.

O levantamento também revelou que 70% dos entrevistados estavam cientes do encontro entre Lula e Trump, enquanto 30% não tinham conhecimento sobre a reunião.

Sobre a postura de Lula durante a reunião, 56% dos entrevistados classificaram sua atitude como 'amigável'. Por outro lado, 13% consideraram que ele teve uma postura dura, enquanto 3% disseram que ele não foi nem amigável nem rígido. 28% não souberam ou não responderam.

A pesquisa também abordou como os brasileiros veem a relação futura do Brasil com os Estados Unidos. Para 56% dos entrevistados, Lula deveria agir como aliado dos norte-americanos, enquanto 29% defenderam uma postura independente e 6% acreditam que o Brasil deveria se opor aos EUA.

Realizada entre 8 e 11 de maio, a pesquisa contou com 2.004 entrevistas presenciais e possui uma margem de erro de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03598/2026.

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