A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que nove paramédicos foram mortos em cinco ataques distintos contra serviços de saúde no sul do Líbano. Além disso, três jornalistas libaneses foram mortos em um bombardeio, incluindo Fatima Ftouni e Mohammed Ftouni, da Al Mayadeen, e Ali Shaib, da Al Manar.
Os jornalistas estavam em um veículo próximo à cidade de Jezzine, onde as forças israelenses realizavam bombardeios. A OMS também relatou que sete outros profissionais de saúde ficaram feridos durante os ataques.
Israel alegou que Ali Shaib era membro da força Radwan, do Hezbollah, e que atuava disfarçado como jornalista. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, condenou os ataques, afirmando que eles prejudicam gravemente os serviços de saúde na região.
Ele destacou que quatro hospitais e 51 centros de atenção primária à saúde estão fechados, enquanto outras unidades operam com capacidade reduzida. O conflito no Oriente Médio, que começou com os ataques dos EUA e Israel ao Irã, completou um mês.