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Antônio Tabet ironiza decisão do TSE sobre postagem

O humorista Antônio Tabet, do Porta dos Fundos, fez uma postagem irônica em resposta à ordem do TSE para apagar uma publicação que o envolvia em polêmica. A decisão foi tomada após um pedido da defesa de Flávio Bolson...
Foto: Reprodução / Porta dos Fundos

Antônio Tabet, conhecido pelo seu trabalho no Porta dos Fundos, reagiu de forma sarcástica a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o obrigou a remover uma postagem de suas redes sociais. A determinação foi emitida pelo ministro André Mendonça e divulgada na sexta-feira.

Em resposta, Tabet fez um pedido de desculpas no X, antigo Twitter, que transbordava ironia. Ele escreveu: 'Venho a público pedir desculpas à família miliciana', estabelecendo o tom de sua reação.

O humorista continuou com um trocadilho, afirmando: 'Em nenhum momento, afirmei que a família miliciana era a família miliciana. Quando citei a família miliciana, referia-me à família miliciana e não à família miliciana. Portanto, mais uma vez, perdão, família miliciana.'

A controvérsia teve início na quinta-feira, quando Tabet publicou um texto que associava um projeto de lei a um ataque a Nossa Senhora Aparecida. Ele escreveu: 'A família miliciana odeia tanto a mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!'.

O projeto de lei mencionado, que visava retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, está atualmente arquivado e foi erroneamente atribuído a Flávio Bolsonaro.

A postagem de Tabet rapidamente ganhou tração, acumulando mais de 195 mil visualizações, 2 mil compartilhamentos e 11 mil curtidas em poucas horas.

A ordem de Mendonça foi uma resposta a um pedido da defesa de Flávio Bolsonaro, que solicitou a remoção da publicação. A decisão liminar não apenas exige a exclusão do post, mas também proíbe Tabet de repetir a acusação, sob pena de multa de R$ 30 mil, além de impedi-lo de reproduzir conteúdos semelhantes.

Os advogados do humorista manifestaram seu descontentamento com a medida, que ainda será analisada pelo plenário do TSE.

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