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Fiep-PB critica carga tributária e pede apoio ao setor industrial

Durante evento em João Pessoa, o presidente da Fiep-PB, Cassiano Pascoal, destacou a necessidade de apoio governamental ao setor industrial e criticou a alta carga tributária que afeta as indústrias paraibanas.
Foto: Polêmica Paraíba

O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep-PB), Cassiano Pascoal Pereira Neto, fez uma análise sobre o cenário das indústrias paraibanas e expressou sua insatisfação com a carga tributária que incide sobre o setor. A declaração ocorreu em um evento realizado na quarta-feira (17) em João Pessoa, que contou com a presença de industriais, representantes da imprensa e lideranças do setor produtivo.

Cassiano Pascoal enfatizou que o setor industrial merece mais atenção dos governos municipal, estadual e federal.

O setor industrial merece um cuidado melhor, não dos industriais, porque os industriais trabalham, geram renda e emprego. Nós precisamos ter voz e vez, no sentido de que cada vez mais os governos possam olhar para o setor industrial paraibano. A carga tributária no Brasil só faz colocar para baixo o setor produtivo — afirmou.

Além de criticar a carga tributária, o presidente da Fiep-PB destacou a importância da união entre industriais e colaboradores para o crescimento do setor. Ele também abordou a relevância de investimentos em qualificação de mão de obra e os desafios enfrentados pelas indústrias brasileiras atualmente.

Durante o evento, Pascoal mencionou a revitalização dos distritos industriais de Campina Grande e Queimadas, que está sendo realizada com recursos do Governo do Estado e iniciativas dos industriais, com a colaboração dos presidentes de sindicatos.

Por fim, o presidente da Fiep-PB defendeu a necessidade de uma parceria entre a indústria, o agronegócio e o comércio para o desenvolvimento do estado. Ele deixou uma mensagem aos empresários paraibanos que buscam expandir seus negócios:

Vamos acreditar na força da indústria. Não existe um país, estado ou município que sejam fortes, se não tiver uma indústria forte

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