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Críticas à realização do UFC Freedom 250 na Casa Branca

O evento UFC Freedom 250, realizado na Casa Branca, gera controvérsias sobre os gastos públicos. Oposição questiona uso de recursos em meio a crises.
Foto: Oposição reclama de gastos do governo em evento do UFC de Trump

Neste domingo (14/6), a Casa Branca, em Washington, foi palco do UFC Freedom 250, um evento que celebra o 250º aniversário dos Estados Unidos e o 80º aniversário do ex-presidente Donald Trump. A estrutura montada, conhecida como "garra", tem 28 metros de altura e capacidade para cerca de 4 mil espectadores, com lutas sendo transmitidas em telões para um público estimado de 80 mil pessoas no parque Ellipse, próximo ao local.

A Paramount Plus também transmitiu o evento ao vivo, que, segundo informações da mídia internacional, teve um custo de produção de US$ 60 milhões. Parte desse valor é coberta pelos contribuintes americanos, o que gerou críticas de membros da oposição.

A ex-congressista republicana Marjorie Taylor Greene se manifestou contra o uso de recursos públicos para o evento, afirmando:

Acho as lutas do UFC ótimas. Gosto de assisti-las, mas, para ser sincero, não acho que elas combinem com o gramado da Casa Branca. E eu não acho que o dinheiro dos contribuintes americanos deva ser usado para pagar por isso. Temos muitas outras coisas importantes para custear.

Além disso, a Public Integrity Project, uma organização sem fins lucrativos, tentou impedir a realização do evento por meio de uma ação judicial, mas um juiz federal decidiu que o UFC Freedom 250 poderia prosseguir.

Uma pesquisa realizada pela Reuters/Ipsos no início do mês revelou que apenas 16% dos americanos consideravam o evento apropriado. Apesar das controvérsias, o The New York Post classificou o UFC Freedom 250 como um dos eventos mais bizarros e intrigantes da história do UFC.

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