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Inauguração do Ponto de Cultura Mulheres de Augusto em Sapé

O diretor da Funjope, Marcus Alves, participou da inauguração do Ponto de Cultura Mulheres de Augusto em Sapé, destacando a importância do projeto para a cultura local e o apoio da Prefeitura.
Foto: Joaopessoa

O diretor executivo da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), Marcus Alves, esteve presente na inauguração do Ponto de Cultura do Coletivo Mulheres de Augusto, realizada em Sapé. O evento, que ocorreu no dia 30, também marcou a entrega de uma fornalha para a fabricação de cerâmica, em celebração aos 142 anos de nascimento do poeta Augusto dos Anjos.

Durante a cerimônia, Marcus Alves comentou sobre o trabalho de colaboração com o município de Sapé, que já dura cerca de dois anos. Ele enfatizou a importância de promover um diálogo contínuo na área cultural, visando a formação de um público e o desenvolvimento de políticas culturais locais.

O diretor destacou que o projeto é reconhecido pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e ressaltou a relevância do contato entre a Funjope e outros gestores culturais.

Em João Pessoa, temos 82 pontos de cultura, e acompanho seu desenvolvimento em todo o estado — afirmou.

Alves também mencionou o apoio do prefeito Leo Bezerra, que tem incentivado a integração com o Ministério da Cultura e o diálogo com outros municípios paraibanos, como Pilar e Itabaiana.

Ana Almeida, gerente de Fomento à Cultura de Sapé, expressou sua satisfação com a presença de Marcus Alves, que participou de um diálogo sobre escritores locais. Ela explicou que, com o apoio do programa Cultura Viva, as oito mulheres do Coletivo Mulheres de Augusto construíram o Ponto de Cultura nas terras da Usina Santa Helena, local de nascimento do poeta.

O Ponto de Cultura, que existe há 10 anos, havia interrompido suas atividades durante a pandemia e agora retoma em um espaço próprio. Ana Almeida destacou a importância do trabalho realizado pelas mulheres, que produzem objetos inspirados na obra de Augusto dos Anjos, contribuindo para sua autoestima e valorização cultural.

Entre os produtos desenvolvidos pelo coletivo estão itens que homenageiam a história local, como réplicas de objetos e a fabricação de um licor de tamarindo, além de trabalhos em crochê e bordado.

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