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Trump proíbe Israel de bombardear o Líbano

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que Israel não realizará mais ataques ao Líbano, afirmando que a decisão foi tomada em prol da paz na região. Ele também agradeceu ao Irã pela reabertura do Estreito de Ormuz.
Foto: G1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Israel não realizará mais bombardeios no Líbano, afirmando ter proibido o governo israelense de realizar novos ataques. Em sua rede social Truth Social, Trump escreveu:

Israel não bombardeará mais o Líbano. Eles estão PROIBIDOS de fazê-lo pelos EUA. Chega!

.

Mais cedo, Trump expressou gratidão ao Irã pela reabertura do Estreito de Ormuz, uma importante rota marítima. O regime iraniano havia anunciado que todos os navios poderiam circular pelo estreito durante o restante da trégua, que termina na quarta-feira (22).

Em um post na Truth Social, Trump afirmou que a passagem está "totalmente aberta" e "pronta para a passagem total

de embarcações. Ele agradeceu ao Irã, dizendo:

O Irã acaba de anunciar que o Estreito do Irã está completamente aberto e pronto para a passagem total. Obrigado!".

Após o bloqueio imposto por Trump, um alto oficial militar iraniano afirmou que as embarcações comerciais devem seguir uma rota determinada e obter permissão da Marinha da Guarda Revolucionária para passar pelo Estreito de Ormuz.

A reabertura do Estreito de Ormuz é uma das principais reivindicações dos Estados Unidos nas negociações entre as partes. Dados de monitoramento do transporte marítimo indicaram que a circulação pelo estreito havia sido retomada, com três petroleiros iranianos deixando o Golfo do Irã, transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto.

No início do dia, líderes da França e do Reino Unido se reuniram com representantes de outros países para discutir planos para a reabertura do estreito, sem a presença dos Estados Unidos.

Desde o início da atual guerra no Oriente Médio, em fevereiro, o Irã havia fechado a passagem pelo Estreito de Ormuz, que é crucial para o transporte de cerca de 20% de todo o petróleo e gás consumidos globalmente.

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