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Trump afirma que tempo favorece EUA em negociações com Irã

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que não está pressionado para fechar um acordo de paz com o Irã, afirmando que o tempo é um aliado de Washington. Ele destacou a fraqueza das forças iranianas e a continuid...
Foto: Donald Trump EUA

Em uma declaração recente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfatizou que não sente pressão para estabelecer um acordo de paz com o Irã, afirmando que o tempo favorece os interesses de Washington no conflito. Em sua publicação na rede Truth Social, Trump se descreveu como

possivelmente a pessoa menos pressionada

a ocupar a presidência em um contexto de guerra.

Tenho todo o tempo do mundo, mas o Irã não — o tempo está se esgotando

, escreveu Trump, que adotou um tom firme ao comentar sobre a situação militar do Irã, alegando que suas forças estão enfraquecidas. Ele afirmou que a marinha iraniana foi "destruída", a força aérea "neutralizada" e os sistemas de defesa "eliminados".

Trump também mencionou perdas entre as lideranças iranianas e reiterou que o bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos permanece "hermético e forte". Apesar de sua retórica, ele indicou que um acordo só será alcançado quando for considerado apropriado e benéfico para os Estados Unidos e seus aliados.

As negociações entre Washington e Teerã seguem sem um cronograma definido. Trump já havia afirmado que não há um prazo para o término do conflito e prorrogou o cessar-fogo em meio ao impasse diplomático. A expectativa por uma proposta formal do Irã continua indefinida.

No aspecto militar, o bloqueio naval dos EUA continua em vigor. O Comando Central dos EUA relatou que pelo menos 31 embarcações, principalmente petroleiros, foram forçadas a retornar aos portos, aumentando a pressão econômica sobre o Irã. O Estreito de Ormuz permanece como um dos pontos mais críticos da crise, com avaliações de inteligência indicando que a remoção completa de minas na região após o conflito pode levar até seis meses, um prazo considerado "inaceitável" pelo Pentágono.

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