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Trump afirma que ataque ao Irã poderia ser finalizado em duas semanas

Em entrevista, Donald Trump declarou que um ataque ao Irã poderia ser concluído em até duas semanas, afirmando que o país já estaria militarmente derrotado. Críticas à OTAN também foram mencionadas.
Foto: G1

Durante uma entrevista exibida no último domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um possível ataque ao Irã poderia ser finalizado em até duas semanas, atingindo todos os alvos restantes no país. Ele declarou que a república islâmica já estaria 'militarmente derrotada'.

A entrevista, conduzida pela jornalista Sharyl Attkisson e gravada na semana anterior, também incluiu críticas à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que Trump descreveu como um 'tigre de papel'. Ele acusou os aliados dos EUA de não terem prestado apoio suficiente na campanha contra o Irã, afirmando: 'Eles não estavam lá para ajudar.'

Esses comentários surgiram após o Irã ter declarado que respondeu a uma proposta dos Estados Unidos para encerrar o conflito que começou em 28 de fevereiro, após ataques americanos e israelenses. Trump comentou: 'Eles estão militarmente derrotados. Em suas próprias mentes, talvez não saibam disso. Mas acho que sabem.'

O presidente americano acrescentou que o Exército dos EUA poderia 'intervir por mais duas semanas e atacar cada um dos alvos', afirmando que cerca de 70% já teriam sido atingidos. 'Mas temos outros que, hipoteticamente, poderíamos atacar. Mas mesmo que não fizéssemos isso, vocês sabem, seriam apenas os retoques finais', disse ele.

Em resposta, a agência estatal iraniana informou que o Irã enviou aos Estados Unidos sua resposta à proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, com mediação do Paquistão. A resposta se concentra em 'pôr fim à guerra e garantir a segurança marítima' no Golfo e no Estreito de Ormuz.

As negociações também discutem a possibilidade de um acordo temporário para reduzir as hostilidades e assegurar a circulação de navios na região enquanto um entendimento mais amplo é alcançado. Apesar disso, a tensão na área permanece alta, com registros de drones e novos episódios de violência no Golfo.

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