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Troca de prisioneiros entre Rússia e Ucrânia envolve 370 militares

Rússia e Ucrânia realizaram a troca de 370 prisioneiros de guerra, com 185 soldados de cada lado sendo repatriados. A guerra continua sem solução diplomática.
Foto: Imagem colorida mostra militares prisioneiros de guerra da Ucrânia - Metrópoles

Nesta sexta-feira (5/6), Rússia e Ucrânia realizaram uma nova troca de prisioneiros de guerra, com a repatriação de 370 militares, sendo 185 de cada lado. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, informou que os soldados libertados participaram de combates em diversas regiões, incluindo Mariupol, Donetsk, Lugansk, Kharkiv, Kherson, Zaporizhia, Sumy, Kiev e na região russa de Kursk.

Além dos militares, o lado ucraniano também recebeu um civil. O Ministério da Defesa da Rússia comunicou que os combatentes libertados foram enviados para Belarus, onde devem receber tratamento médico antes de retornar ao seu país.

Essa troca faz parte de um acordo firmado no início de maio, que previa um cessar-fogo de três dias e a libertação de mil prisioneiros de cada lado, com as trocas ocorrendo de forma gradual.

Apesar das trocas, a guerra na região continua sem perspectivas de uma solução diplomática. Na quinta-feira (4/6), Zelensky enviou uma carta aberta ao presidente russo, Vladimir Putin, propondo uma reunião direta para retomar as negociações de paz. No entanto, Putin classificou a proposta como "inútil" e recusou a reunião.

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