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Starlink disponibiliza internet gratuita na Venezuela após terremotos

A Starlink anunciou que fornecerá internet gratuita até 25 de julho em áreas afetadas por terremotos na Venezuela, que resultaram em centenas de mortes e danos significativos.
Foto: Starlink oferece internet gratuita na Venezuela após terremotos

Após os devastadores terremotos que atingiram a Venezuela, a Starlink, empresa de internet via satélite, anunciou que oferecerá serviços de internet gratuitamente até o dia 25 de julho. A medida visa atender as áreas mais impactadas pelos tremores, que deixaram um saldo trágico de centenas de mortos e danos extensivos à infraestrutura do país.

Os dois terremotos, com magnitudes de 7,2 e 7,5, ocorreram na quarta-feira, 24 de junho, em sequência rápida, causando destruição em várias localidades. O governo venezuelano informou que pelo menos 235 pessoas perderam a vida e mais de 1.500 ficaram feridas. O primeiro sismo foi registrado próximo a San Felipe, enquanto o segundo ocorreu nas proximidades de Yumare.

A Starlink, pertencente ao bilionário Elon Musk, afirmou que está se mobilizando para implantar rapidamente terminais de internet nas áreas afetadas. Para os clientes já cadastrados, não será necessário realizar nenhuma ação, pois um crédito será automaticamente adicionado às contas. Aqueles que cancelaram o serviço terão a internet reativada, também com a adição de um crédito.

Novos clientes que adquirirem o kit de antena devem entrar em contato com o suporte após a compra para garantir o serviço gratuito. Além disso, a empresa informou que clientes que tiveram seus kits danificados pelos terremotos poderão solicitar uma substituição sem custo.

A estatal de telecomunicações da Venezuela, CANTV, também anunciou que fornecerá internet gratuita. Em uma ação adicional, o governo de Delcy Rodríguez liberou o acesso à rede social X, que estava bloqueada desde 2024.

Em resposta à tragédia, o governo venezuelano declarou estado de emergência e fechou o principal aeroporto do país, enquanto a região de La Guaira, uma das mais afetadas, foi classificada como "zona de desastre".

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