Renan Santos, candidato pelo partido Missão, informou que irá contestar a decisão do ministro Dias Toffoli que suspendeu sua campanha eleitoral. O pedido de liminar deve ser protocolado ainda nesta segunda-feira (31).
A determinação do ministro impactou três áreas da campanha: a propaganda eleitoral do candidato foi suspensa, os repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) foram cortados e sua participação em debates de TV, rádio e podcasts foi vetada.
Renan Santos expressou sua insatisfação em relação à decisão. 'Foi uma inflexão autoritária. Não dá para justificar de maneira racional', declarou o candidato.
Além do pedido de liminar, a defesa de Santos planeja apresentar um recurso ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, com o objetivo de reverter a suspensão.
O advogado Arthur Rollo ressaltou a gravidade da medida em uma campanha curta. Ele afirmou que, em uma disputa de 45 dias, perder dois ou três dias é decisivo. 'Irei ao TSE sustentar nossa posição', disse Rollo sobre o impacto da suspensão.
A decisão foi motivada por informações apresentadas ao TSE sobre 16 perfis associados ao candidato, que foram enviadas 12 dias após o prazo de registro de candidatura.
Fonte: Polemicaparaiba