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Procon-CG divulga ranking de empresas com mais queixas no último trimestre

O Procon Municipal de Campina Grande divulgou um relatório com as empresas que mais geraram reclamações no último trimestre, destacando bancos e serviços públicos.
Foto: Simoneduarte

O Procon Municipal de Campina Grande publicou, nesta quarta-feira (1), um relatório que apresenta as empresas com mais queixas registradas nos últimos três meses. A iniciativa visa fornecer informações aos consumidores antes de realizarem qualquer transação, em conformidade com o artigo 44 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

O setor financeiro e os serviços regulados lideram o ranking de insatisfação. O Grupo Bradesco, após a unificação de suas subsidiárias, foi o mais reclamado, com 44 processos abertos por consumidores insatisfeitos. Em segundo lugar, está o Grupo Itaú, que inclui os serviços do Itaú Unibanco, Itaucard e o digital iti, com 40 reclamações.

A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) ocupa a terceira posição, com 39 queixas. O Grupo Energisa, responsável pela distribuição de energia elétrica, segue em quarto lugar, com 38 reclamações.

As telecomunicações e o varejo também apresentam números significativos. A Vivo registrou 33 queixas, enquanto as Casas Bahia somaram 31 reclamações. O Grupo Tim aparece em sétimo lugar, com 25 queixas, seguido pelo Grupo Claro e pela Samsung, ambos com 21 ocorrências. O Grupo Magazine Luiza fecha a lista das dez empresas mais reclamadas, com 20 processos.

  • 1º Lugar: Grupo Bradesco — 44 processos
  • 2º Lugar: Grupo Itaú — 40 processos
  • 3º Lugar: Grupo Cagepa — 39 processos
  • 4º Lugar: Grupo Energisa — 38 processos
  • 5º Lugar: Grupo Vivo — 33 processos
  • 6º Lugar: Grupo Casas Bahia — 31 processos
  • 7º Lugar: Grupo Tim — 25 processos
  • 8º Lugar: Grupo Claro — 21 processos
  • 9º Lugar: Grupo Samsung — 21 processos
  • 10º Lugar: Grupo Magazine Luiza — 20 processos

Os principais motivos das reclamações incluem cobranças abusivas, taxas não autorizadas, problemas na entrega de serviços essenciais e dificuldades para obter estornos de valores pagos indevidamente.

Waldeny Santana, coordenador do Procon-CG, destacou que o ranking serve como um recurso preventivo para os consumidores. Ele enfatizou a importância de que, em caso de problemas, os consumidores procurem o órgão com a documentação necessária, como notas fiscais e contratos, para comprovar suas reclamações.

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