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Pesquisa Datafolha: Lula lidera com 39% em intenção de voto

Uma nova pesquisa Datafolha revela que Lula lidera a intenção de voto para presidente com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33%. O levantamento foi realizado entre 18 e 20 de agosto.
Foto: Polêmica Paraíba

A pesquisa Datafolha sobre a intenção de voto para a presidência mostra Lula (PT) na frente, com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 33%. O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 20 de agosto, com a participação de 2.058 pessoas com 16 anos ou mais.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-04496/2026.

Cenário do 1º turno

No cenário estimulado sem a presença de Pablo Marçal, Lula continua na liderança com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar com 33%. Os demais candidatos têm os seguintes percentuais: Ronaldo Caiado (PSD) com 5%, Renan Santos (Missão) com 4%, Romeu Zema (Novo) com 3%, e Augusto Cury (Avante) com 2%.

Candidatos como Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata) e Edmilson Costa (PCB) obtiveram 1% cada. Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Os votos em branco, nulos ou nenhum candidato somam 6%, e os indecisos são 4%.

Cenário com Pablo Marçal

Quando Pablo Marçal (PRTB) é incluído, Lula mantém os 39%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 32%. Ronaldo Caiado e Renan Santos permanecem com 5% e 4%, respectivamente. Romeu Zema e Marçal têm 3% e 2%, enquanto Augusto Cury também marca 2%.

Os candidatos Samara Martins, Rui Costa Pimenta, Wilson Grassi e Edmilson Costa continuam com 1% cada, e Clariana Barão e Hertz Dias não pontuam. Neste cenário, os votos em branco, nulos ou nenhum candidato aumentam para 7%, e os indecisos continuam em 4%.

Situação de Pablo Marçal

Pablo Marçal está inelegível até 2032 devido a uma condenação na Justiça Eleitoral. Recentemente, o TSE proibiu o pré-candidato de realizar propaganda na TV, participar de debates e utilizar recursos públicos até que uma decisão definitiva seja tomada. O Tribunal Superior Eleitoral ainda irá decidir sobre sua elegibilidade.

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