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Olímpio Rocha questiona contratos do Banco Master e menciona STF

O pré-candidato ao Governo da Paraíba, Olímpio Rocha, levantou questões sobre contratos do Banco Master em entrevista, citando possíveis irregularidades e a necessidade de investigações mais profundas.
Foto: Fonte83

Durante uma recente entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da rádio 100.5 FM, o advogado e pré-candidato ao Governo da Paraíba pelo PSOL, Olímpio Rocha, abordou as investigações relacionadas ao Banco Master. Ele destacou contratos firmados com um escritório de advocacia vinculado à família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Rocha expressou a necessidade de uma apuração rigorosa sobre as relações entre autoridades e os contratos de alto valor financeiro. Ele afirmou:

Eles precisam ser investigados, se há indícios de malfeitos praticados, seja por ministros, seja por pessoas ligadas a eles.

O pré-candidato também comentou sobre a atuação dos órgãos de investigação, enfatizando que o progresso das apurações depende do trabalho institucional de controle e fiscalização.

O governo tem dado as ferramentas necessárias para a Polícia Federal e o Ministério Público Federal levarem essas investigações adiante e punirem responsáveis, se for o caso — disse.

Rocha fez referência ao contrato entre o Banco Master e o escritório de advocacia associado à esposa de Moraes, que, conforme informações públicas, teria movimentado mais de R$ 80 milhões entre 2024 e 2025. Ele considerou o valor do contrato como “surpreendente”.

Além disso, o pré-candidato levantou a possibilidade de que o escândalo possa ter desdobramentos significativos, afirmando:

Esse escândalo pode reverberar e, quem sabe, chegar até aqui na Paraíba. Não sobrará pedra sobre pedra.

Os pagamentos relacionados ao Banco Master foram reportados à Receita Federal, com valores declarados em função de impostos retidos na fonte. Informações divulgadas na imprensa nacional indicam que os repasses ocorreram entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, vinculados à prestação de serviços jurídicos.

O caso também ganhou destaque nas discussões do Congresso Nacional, onde parlamentares estão se mobilizando para aprofundar a investigação por meio de uma CPI sobre crimes financeiros. Até o momento, não há conclusões públicas sobre possíveis irregularidades no contrato mencionado.

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