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Morte de prestador da OMS em Gaza suspende transferências médicas

A morte de um prestador de serviços da OMS em Gaza levou à suspensão das transferências médicas para o Egito. O diretor-geral expressou condolências e destacou a importância da proteção a civis e trabalhadores humanit...
Foto: Pilhas de lixo pioram crise humanitária em Gaza

A morte de um prestador de serviços da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Gaza resultou na suspensão das transferências médicas programadas para esta segunda-feira. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, lamentou o incidente e prestou condolências à família da vítima, cujo nome não foi divulgado.

Durante o 'incidente de segurança', outros dois funcionários da OMS estavam presentes, mas não sofreram ferimentos. Ghebreyesus informou que as autoridades competentes estão investigando o caso e enfatizou a gratidão pela dedicação dos colegas que trabalham em condições de risco para garantir o acesso à saúde em Gaza.

As operações de transferência médica, que incluíam o transporte de pacientes de Gaza para o Egito através da fronteira de Rafah, estão suspensas sem previsão de retorno. O diretor-geral fez um apelo pela proteção de civis e trabalhadores humanitários, afirmando que 'a paz é o melhor remédio'.

Contexto de segurança na saúde

Ghebreyesus já havia alertado anteriormente sobre a vulnerabilidade do sistema de saúde em áreas de conflito. Em abril, ele comentou sobre ataques a instalações de saúde no Líbano, onde, apesar de um hospital não ter sido danificado, houve mortes e feridos em áreas adjacentes.

Além disso, a OMS reportou um ataque em abril contra o Hospital de Ensino El-Daein, no Sudão, que resultou em um número elevado de vítimas, incluindo profissionais de saúde e crianças. O ataque deixou 64 mortos e 89 feridos, destacando a grave situação enfrentada por trabalhadores da saúde em regiões de conflito.

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