Na última sexta-feira (12/6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, líder da facção criminosa Tren de Aragua (TdA). O crime ocorreu durante um ataque das forças norte-americanas no início da semana.
Guerrero, de 43 anos, era considerado um dos criminosos mais procurados da América Latina, com diversas acusações, incluindo homicídio, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, porte ilegal de armas e participação em organização criminosa. Ele era apontado como um dos principais responsáveis pela expansão internacional do Tren de Aragua.
O líder da facção estava foragido desde setembro de 2023, quando escapou da penitenciária de Tocorón, em meio a uma operação das forças venezuelanas para retomar o controle da unidade prisional. Durante seu tempo à frente da organização, investigações brasileiras indicaram que o Tren de Aragua ampliou suas atividades no Brasil.
Além disso, as autoridades relataram que a facção tinha relações com grupos criminosos brasileiros, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), especialmente em áreas de fronteira, como Roraima.