Um total de 31 bichos-preguiça morreram entre 2024 e 2025 após serem transportados da América do Sul para um parque temático na Flórida, que ainda não foi inaugurado. O caso veio à tona através de um relatório da Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida.
Os bichos-preguiça foram mantidos em um galpão que não possuía a estrutura adequada para protegê-los do frio. Embora houvesse gaiolas e vegetação, o espaço carecia de um sistema eficiente de controle de temperatura.
Peter Bandre, responsável licenciado pela empresa, informou que o primeiro lote de 21 preguiças da Guiana sofreu um choque térmico, pois uma falha no fusível interrompeu o aquecimento do ambiente. No segundo lote, que incluía 10 animais do Peru, duas preguiças chegaram mortas e as demais faleceram posteriormente devido a problemas de saúde.
Um ex-sócio do parque defendeu a empresa, afirmando que não houve irregularidades e que a licença foi renovada após inspeção das autoridades ambientais. As investigações continuam, com foco nas condições de transporte e manutenção dos animais.