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Luciene Gomes se pronuncia sobre a Operação Alfaias e defende sua gestão

A ex-prefeita de Bayeux, Luciene Gomes, afirmou que não foi citada na Operação Alfaias, que investiga irregularidades em licitação de móveis escolares. Ela se colocou à disposição das autoridades.
Foto: Jornaldaparaiba

A ex-prefeita de Bayeux, Luciene Gomes, se manifestou a respeito da Operação Alfaias, realizada pela Polícia Federal para investigar possíveis irregularidades em uma licitação de móveis escolares durante sua gestão. Em uma nota enviada à CBN Paraíba, ela afirmou que não foi citada na investigação e que não recebeu notificações de qualquer órgão de controle.

Não fui citada na referida investigação, tampouco fui notificada por qualquer órgão de controle ou autoridade policial acerca dos fatos mencionados. Reafirmo meu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos durante todo o período em que estive à frente da gestão municipal — declarou Luciene.

Embora não tenha sido diretamente mencionada, a investigação foca em uma licitação realizada em 2021, que teria causado prejuízos estimados em R$ 1,9 milhão. Os crimes em questão incluem peculato e fraude em licitação, com mandados de busca executados no Centro Administrativo e na Secretaria de Educação de Bayeux, além de outro mandado em Paulista, Pernambuco.

Luciene Gomes também se colocou à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos necessários, expressando confiança de que os fatos serão devidamente apurados.

Sigo tranquila, confiando no trabalho das instituições e na verdade dos fatos — afirmou.

A Polícia Federal informou que os mandados visavam coletar documentos, dispositivos eletrônicos e outros elementos de prova relacionados à licitação e à execução do contrato. Exames periciais realizados durante a investigação indicaram indícios de superfaturamento, corroborando as suspeitas levantadas.

Luciene Gomes deixou o cargo em 2024, quando apoiou a pré-candidatura de Tacyana Leitão, que se tornou prefeita de Bayeux. Atualmente, as duas estão em desacordo político. A atual gestão da Prefeitura de Bayeux declarou que não tem relação com os fatos mencionados e que a empresa investigada não presta mais serviços ao município.

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