A pré-candidata a deputada federal Lídia Moura, ex-secretária de estado das Mulheres e da Diversidade Humana, manifestou sua reprovação ao discurso etarista proferido por Bruno Farias, secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de João Pessoa. Moura considerou as declarações de Farias, que se referiu ao pré-candidato a senador João Azevêdo de maneira desrespeitosa, como "gravíssimas" e "violentas".
As críticas surgiram após Bruno Farias afirmar ter
dificuldade de votar em uma pessoa que enxerga o Senado como um pijama de seda, uma pantufa e uma cadeira de papai
ao se referir ao ex-governador. Lídia Moura ressaltou que o etarismo é uma das formas mais prejudiciais de preconceito e lamentou a postura de Farias, que, segundo ela, atinge um dos governadores mais bem avaliados da história da Paraíba.
Moura questionou a visão de Farias sobre Azevêdo, destacando sua trajetória como um profissional altamente capacitado e produtivo.
Se o ex-vereador tem essa visão de um profissional altamente capacitado, imagina o que ele pensa do cidadão simples
, indagou.
Além de condenar as declarações, Lídia Moura defendeu que o Ministério Público seja acionado em razão da gravidade das falas de Bruno Farias. Ela enfatizou que o MP é responsável pela proteção dos direitos difusos e coletivos, incluindo as garantias das pessoas idosas, e que deve agir diante do que considera uma tentativa de desqualificar Azevêdo em relação a outros pré-candidatos.
Fonte: Polemicaparaiba