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Leo Bezerra prioriza retirada de famílias de áreas de risco em João Pessoa

Após reunião com o governador e o ministro da Integração, o prefeito Leo Bezerra enfatizou a urgência em retirar famílias de áreas de risco em João Pessoa, devido aos danos causados pelas chuvas.
Foto: Fonte 83

O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, se reuniu com o governador Lucas Ribeiro e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, para discutir as ações emergenciais necessárias após as fortes chuvas que afetaram a Paraíba. O encontro teve como foco a avaliação dos danos e a definição de estratégias para apoiar as populações impactadas.

Durante a reunião, foram levantadas as principais demandas dos municípios, com ênfase nas áreas de infraestrutura, assistência social e habitação. Bezerra ressaltou que ainda é prematuro fazer um balanço completo da situação, uma vez que as equipes continuam realizando levantamentos e atendendo a população.

Ele afirmou:

Tem muita dificuldade de fazer balanço do que aconteceu em João Pessoa e o que aconteceu na Paraíba. Nós ainda estamos fazendo o levantamento de todo o ocorrido, das pessoas que estão procurando as nossas casas de abrigo, de acolhimento.

O prefeito destacou que a gestão municipal está mobilizada, com a atuação integrada de órgãos como a Defesa Civil, a Secretaria de Infraestrutura, a Emlur e a Assistência Social.

Estamos nas ruas de João Pessoa com toda a equipe: Seinfra, Emlur, Assistência Social, a Defesa Civil, capitaneadas pela Defesa Civil — explicou.

Bezerra também mencionou os danos estruturais em residências e a necessidade de garantir acolhimento às famílias afetadas. Ele observou que algumas casas apresentaram fissuras, outras desabaram e muitas não são mais habitáveis.

Precisamos definir para onde essas famílias vão ser levadas — afirmou.

O ministro Waldez Góes se comprometeu a apoiar os municípios na apresentação de planos de ação e no acesso a recursos federais. No entanto, Bezerra enfatizou que a prioridade é assegurar a segurança e dignidade das pessoas afetadas.

O conforto mesmo que nós queremos é só depois que a gente tirar essas famílias e colocá-las em um lugar adequado para que elas possam levar suas vidas — concluiu.

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