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Jornalista americana sequestrada em Bagdá durante cobertura

A jornalista Shelly Kittleson foi sequestrada em Bagdá enquanto trabalhava. O governo iraquiano e a Casa Branca estão monitorando a situação e buscando sua libertação.
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

A repórter independente Shelly Kittleson, cidadã dos Estados Unidos, foi sequestrada em Bagdá, conforme anunciado pelo governo iraquiano. A Casa Branca confirmou o incidente e está em contato com as autoridades locais para acompanhar o caso.

Kittleson, que colabora com veículos internacionais como BBC, Politico e Al-Monitor, estava no Iraque para cobrir eventos quando foi capturada por homens armados. O Al-Monitor relatou que o governo dos EUA havia previamente alertado a jornalista sobre possíveis ameaças, recomendando que evitasse viajar ao país.

O Ministério do Interior do Iraque informou que uma operação foi iniciada para localizar Kittleson e identificar os sequestradores, resultando na detenção de um suspeito com supostas ligações ao grupo Kataib Hizballah, uma milícia apoiada pelo Irã.

O Departamento de Estado dos EUA declarou que a jornalista já havia recebido ameaças e que está colaborando com o FBI para garantir sua libertação o mais rápido possível. O Departamento de Defesa também emitiu um alerta para que cidadãos americanos deixem o Iraque imediatamente, incluindo jornalistas.

Este sequestro ocorre em um contexto de crescente tensão na região, onde o Iraque mantém uma cooperação militar com os Estados Unidos, mas também abriga grupos armados alinhados ao Irã. Facções insurgentes, como o Estado Islâmico e a Al-Qaeda, continuam a operar no país.

Até o momento, nenhum grupo reivindicou a responsabilidade pelo sequestro. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra homens colocando uma mulher em um carro, mas as autoridades ainda não confirmaram a veracidade das imagens.

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