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João Azevêdo propõe investimentos para geração de emprego no Senado

João Azevêdo, candidato ao Senado, defende investimentos em infraestrutura para impulsionar a geração de emprego e renda nos municípios da Paraíba, destacando projetos em andamento.
Foto: Polêmica Paraíba

O candidato ao Senado, João Azevêdo, enfatizou a importância de investimentos em infraestrutura como forma de atrair empresas e aumentar a geração de emprego e renda nos municípios paraibanos. Durante uma entrevista à BandNews João Pessoa, ele mencionou iniciativas como novas adutoras, ligações rodoviárias e projetos associados à Ponte do Futuro como fundamentais para criar oportunidades econômicas.

João destacou que o desenvolvimento é viável apenas com infraestrutura adequada e investimentos. Ele ressaltou que a Paraíba está implementando um grande programa de interligação entre regiões, visando reduzir custos de frete e facilitar a comunicação interna do estado.

O problema maior continua sendo continuar gerando emprego e renda, porque emprego e renda significa melhoria de qualidade de vida das pessoas — afirmou.

Na área de recursos hídricos, o candidato mencionou a construção de duas adutoras com 780 quilômetros de tubulações, que visam garantir a segurança no abastecimento de água no Cariri e no Curimataú. Ele relacionou a chegada da água da transposição a municípios como Picuí e Baraúna à capacidade de atrair novos negócios, afirmando que

ninguém coloca uma fábrica que precisa de água num lugar que não tem água

.

João também citou pelo menos quatro projetos em Santa Rita, que surgem a partir da construção da Ponte do Futuro, englobando empreendimentos residenciais, comerciais e logísticos. Além disso, mencionou um novo distrito industrial próximo ao Arco Metropolitano e à BR-230, e destacou o Centro de Convenções de Campina Grande como um atrativo para eventos que podem movimentar a economia local. "Tudo isso é geração de emprego, geração de renda, é a economia que roda", declarou.

Em relação à sua futura atuação no Senado, João Azevêdo defendeu uma maior participação da União no financiamento da segurança pública, propondo a criação de fundos constitucionais e a integração dos serviços de inteligência estaduais. Ele argumentou que é imprescindível que o Brasil tenha linhas de financiamento para garantir investimentos na segurança em todos os estados, buscando recursos e coordenação nacional para enfrentar o crime organizado, sem comprometer a autonomia das polícias estaduais.

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