O governo israelense declarou que persistirá em suas ofensivas contra o Líbano, com o intuito de eliminar o Hezbollah. A afirmação foi feita pelo Ministério das Relações Exteriores em uma postagem nas redes sociais, onde o órgão criticou os líderes libaneses por não tomarem medidas contra o grupo armado.
Na publicação, Israel acusou o presidente e o primeiro-ministro do Líbano de atacarem o país por agir em defesa própria, afirmando que eles deveriam ter desarmado o Hezbollah. A mensagem enfatizou que, após repetidos ataques ao território israelense, os líderes libaneses não apenas falharam em suas promessas de desmilitarização, mas também não impedem os disparos contra Israel.
Os ataques realizados nesta quarta-feira foram considerados as maiores ofensivas aéreas desde o início do conflito, com autoridades libanesas relatando pelo menos 254 mortes e 1.165 feridos. A capital, Beirute, foi a região mais afetada, e as Forças de Defesa de Israel afirmaram ter realizado mais de 100 bombardeios em um curto espaço de tempo, com alvos relacionados ao Hezbollah.