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Israel prossegue ataques ao Líbano enquanto UE condena ações

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reafirmou a continuidade dos ataques ao Hezbollah, enquanto a União Europeia critica a pressão sobre o cessar-fogo entre EUA e Irã.
Foto: G1

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que os ataques ao Hezbollah, grupo extremista libanês apoiado pelo Irã, continuarão "onde quer que seja necessário". A afirmação foi feita após as Forças Armadas israelenses anunciarem uma intensificação dos bombardeios no Líbano, mesmo durante um cessar-fogo entre os EUA e o regime iraniano.

Continuamos a atacar o Hezbollah com força, precisão e determinação. Nossa mensagem é clara: qualquer um que agir contra civis israelenses será atacado — afirmou Netanyahu em sua rede social. Ele também mencionou que a ofensiva contra o Irã "definitivamente ultrapassou a metade", referindo-se a missões, e não a um período de tempo.

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, condenou a decisão de Israel de prosseguir com os ataques, afirmando que o cessar-fogo deveria incluir o Líbano. Em sua postagem, Kallas destacou que as ações israelenses estão colocando o acordo sob pressão e que os ataques resultaram em centenas de mortes.

Netanyahu havia negado anteriormente que o Líbano estivesse incluído no acordo mediado pelo Paquistão, que supostamente envolvia os EUA e o Irã. O presidente dos EUA também afirmou que a questão do Líbano nunca fez parte do acordo.

Além disso, o Exército de Israel anunciou a morte de Ali Yusuf Harshi, sobrinho e secretário pessoal de Naim Qassem, chefe do Hezbollah, durante os bombardeios em Beirute. O Exército afirmou que Harshi desempenhava um papel central na gestão do escritório de Qassem, embora o Hezbollah não tenha confirmado a morte.

O Exército israelense também informou que novos bombardeios foram realizados contra alvos do Hezbollah, atingindo passagens de armamentos e depósitos de armas no sul do Líbano.

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