O Irã manifestou sua recusa em aceitar a proposta de reabertura do Estreito de Ormuz em troca de um cessar-fogo temporário. A decisão foi anunciada em um contexto de crescente tensão, com Teerã alegando que os Estados Unidos não demonstram interesse em negociar uma trégua duradoura.
A declaração iraniana ocorreu logo após a confirmação da morte de Majid Khademi, chefe da inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), em um ataque aéreo atribuído a Israel. O IRGC, em comunicado no Telegram, informou que Khademi, que ocupava a posição de comandante-geral e era responsável pela inteligência do exército ideológico iraniano, foi morto em uma ação que considerou ser do 'inimigo americano-sionista'.
A situação se agravou com as recentes declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que aumentou as ameaças contra o Irã. Em sua plataforma Truth Social, Trump sugeriu que poderia ordenar ataques a usinas de energia e pontes iranianas caso o Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o transporte de petróleo e gás, não fosse reaberto.