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Interdição na Vila Olímpica Parahyba gera impasse para competição de saltos ornamentais

A interdição das plataformas de salto na Vila Olímpica Parahyba gera impasse para a Taça Brasil de Saltos Ornamentais.
Interdição na Vila Olímpica Parahyba gera impasse para competição de saltos ornamentais
Foto: Arena Correio

A Vila Olímpica Parahyba enfrenta um impasse às vésperas de uma competição nacional marcada para novembro. Uma decisão judicial interditou as plataformas de salto e os trampolins do polo aquático devido ao comprometimento das estruturas.

Entretanto, o local está programado para receber a Taça Brasil de Saltos Ornamentais entre os dias 23 e 28 de novembro.

Na última semana, a Justiça acatou um pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e determinou a interdição imediata e total das plataformas de salto e de todos os trampolins do polo aquático.

Na ação, foi estabelecida a proibição de circulação e utilização dessas estruturas por qualquer frequentador, atleta ou estudante, até que a Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) realize as obras de recuperação estrutural e a substituição definitiva da escada metálica danificada e dos demais componentes oxidados. O prazo para essas intervenções é de 60 dias.

Em contato com a Confederação Brasileira de Saltos Ornamentais (CBSO), responsável pela organização da Taça Brasil, a entidade informou que está dialogando com todos os órgãos envolvidos para resolver as questões essenciais à segurança dos atletas e, assim, manter a competição na Vila Olímpica Parahyba.

A Sejel declarou que está analisando as determinações judiciais para tomar as medidas administrativas e técnicas necessárias dentro do prazo estabelecido pela Justiça, visando garantir condições adequadas aos atletas e demais usuários.

Fonte: Arena Correio

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