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Fim da Era Orbán: Vitória da Coalizão Tisza na Hungria

Os eleitores húngaros encerraram o governo de 16 anos de Viktor Orbán, elegendo a coalizão de centro-direita Tisza, que conquistou dois terços do Parlamento. Peter Magyar assume o cargo.
Foto: G1

No último domingo, os cidadãos da Hungria decidiram encerrar os 16 anos de Viktor Orbán como primeiro-ministro. A coalizão de centro-direita Tisza obteve uma vitória significativa, garantindo cerca de dois terços das cadeiras no Parlamento. Peter Magyar, ex-aliado de Orbán, será o novo líder do governo.

Desde que assumiu o poder em 2010, Orbán promoveu uma série de mudanças que minaram a independência das instituições do país. Ele reescreveu a Constituição, alterou o mapa eleitoral e comprometeu a integridade do Judiciário e da imprensa. Sua administração se tornou um modelo para líderes autoritários globalmente, recebendo apoio de figuras como Donald Trump e Vladimir Putin.

Neste contexto, Natuza Nery entrevistou Maurício Moura para discutir o fim da era Orbán na Hungria. Em seguida, conversou com Pedro Abramovay sobre as implicações para a coalizão internacional da extrema-direita.

Os convidados incluíram Maurício Moura, fundador do instituto de pesquisa Ideia e professor na Universidade George Washington, e Pedro Abramovay, especialista em Direito Constitucional e vice-presidente de programas da Open Society.

  • União Europeia triunfa ao destituir Orbán
  • Péter Magyar, novo líder da oposição, assume o governo

O podcast O Assunto, que aborda esses temas, é produzido por uma equipe dedicada e está disponível em diversas plataformas de áudio e no YouTube, acumulando milhões de downloads e visualizações desde sua estreia.

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