A Copa do Mundo não reúne apenas algumas das maiores estrelas do futebol atual, mas também marca a ascensão de uma nova geração de jogadores que herdaram sobrenomes famosos e cresceram sob a influência de pais que já brilharam no maior palco do esporte.
Conhecidos nas redes sociais como “nepo babies”, diversos atletas chegaram ao Mundial com um legado familiar diretamente ligado à história das Copas. A seguir, conheça alguns desses jogadores que estão fazendo história.
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Jogadores com legado familiar na Copa
- Erling Haaland (Noruega) – Filho de Alf-Inge Haaland, que jogou na Copa de 1994.
- Marcus Thuram (França) – Filho de Lilian Thuram, campeão mundial em 1998.
- Justin Kluivert (Holanda) – Filho de Patrick Kluivert, que disputou a Copa de 1998.
- Giuliano Simeone (Argentina) – Filho de Diego Simeone, que jogou nas Copas de 1994, 1998 e 2002.
- Nico Paz (Argentina) – Filho de Pablo Paz, que esteve na Copa de 1998.
- Damian Bobadilla (Paraguai) – Filho de Aldo Bobadilla, que participou das Copas de 2006 e 2010.
- Luca Zidane (Argélia) – Filho de Zinédine Zidane, campeão em 1998.
- Lee Tae-Seok (Coreia do Sul) – Filho de Lee Eul-Young, que jogou na Copa de 2002.
- Mamadou Sarr (Senegal) – Filho de Pape Sarr, que participou da Copa de 2002.
- Kristian Thorstvedt (Noruega) – Filho de Erik Thorstvedt, que defendeu a Noruega em 1994.
- Tyler Bindon (Nova Zelândia) – Filho de Jenny Bindon, goleira da seleção feminina.
- Angus Gunn (Escócia) – Filho de Brian Gunn, que jogou na Copa de 1990.
- Alexander Sørloth (Noruega) – Filho de Gøran Sørloth, que esteve na Copa de 1994.
- Francisco Conceição (Portugal) – Filho de Sérgio Conceição, que jogou na Copa de 2002.
- Giovanni Reyna (Estados Unidos) – Filho de Claudio Reyna, que disputou quatro Copas.
- Sebastian Berhalter (Estados Unidos) – Filho de Gregg Berhalter, que jogou e treinou a seleção.
- Jordan Ayew (Gana) – Filho de Abedi Pelé, um dos maiores jogadores africanos.
- Timothy Weah (Estados Unidos) – Filho de George Weah, vencedor da Bola de Ouro.
Esses jogadores não apenas trazem a herança de seus pais, mas também a expectativa de brilhar em um torneio que é o sonho de muitos atletas ao redor do mundo. A presença deles na Copa do Mundo é um testemunho do legado que o futebol pode deixar entre gerações.