A Europol revelou, em 20 de abril, que conseguiu identificar o paradeiro de pelo menos 45 crianças que foram transferidas à força por forças russas para áreas ocupadas na Ucrânia, além de para a Rússia e Belarus. A operação contou com a colaboração de 40 investigadores de 18 países, do Tribunal Penal Internacional (TPI) e de organizações não governamentais.
Os investigadores se reuniram em Haia para compilar relatórios sobre as crianças, o que pode levar à identificação dos locais onde os menores deportados estão. A agência destacou que os analistas utilizaram fontes abertas online e técnicas de identificação facial, incluindo fotos fornecidas pelos pais, para localizar as crianças. Além disso, foram mapeadas as rotas de transporte e as unidades militares envolvidas no processo.