Os Estados Unidos expressaram sua disposição em ajudar a Venezuela após os fortes terremotos que abalaram o país na quarta-feira (24). A mensagem de solidariedade foi divulgada pelo presidente Donald Trump e pelo Departamento de Estado, logo após os tremores que causaram o colapso de edifícios em Caracas.
Em uma publicação no Truth Social, Trump comentou sobre os "dois grandes terremotos
que atingiram a Venezuela, descrevendo-os como de
enorme magnitude" e lamentando o número de mortes resultantes. Ele afirmou que "os Estados Unidos estão prontos, dispostos e aptos a ajudar!".
Durante um evento em Washington, Trump elogiou as Forças Armadas dos EUA, mas não fez menção aos terremotos. Mais tarde, o Departamento de Estado, por meio da rede social X (ex-Twitter), reiterou seu apoio ao povo venezuelano, afirmando que está em contato com as autoridades locais e mobilizando assistência.
Jeremy Lewin, subsecretário de Estado para assistência externa, anunciou que uma equipe de assistência a desastres foi mobilizada para coordenar a ajuda ao país. Ele destacou que os EUA enviarão equipes de busca e resgate, suprimentos médicos e outros recursos essenciais nos dias iniciais após o desastre.
Os terremotos, que ocorreram por volta das 18h no horário local, tiveram magnitudes de 7,2 e 7,5. A população venezuelana, temendo réplicas, evacuou rapidamente as áreas afetadas. A vice-presidente Delcy Rodríguez declarou estado de emergência e expressou condolências às vítimas, embora os danos ainda não tenham sido oficialmente quantificados.
Os tremores foram sentidos em diversas regiões, desde o estado de Trujillo até La Guaira, e as autoridades ainda estão avaliando o número de mortos e feridos.