Na última quinta-feira, 11 de junho, o governo dos Estados Unidos anunciou novas sanções direcionadas à Unión Cuba-Petróleo (CUPET), a maior empresa petrolífera estatal de Cuba. A informação foi divulgada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
Rubio justificou a decisão com base em expropriações ilegais de ativos pertencentes a proprietários americanos, ocorridas anos atrás, logo após a Revolução Cubana. Na época, o governo de Fidel Castro estatizou empresas petrolíferas estrangeiras, nacionalizando o setor.
O secretário de Estado, que é filho de cubanos e tem uma trajetória marcada por críticas ao governo cubano, acusou a administração socialista de utilizar a CUPET como um "instrumento de repressão" e de favorecer o enriquecimento pessoal de líderes do país.
Enquanto o povo cubano sofre com a escassez de combustível e apagões devido a décadas de subinvestimento em infraestrutura essencial, os líderes comunistas de Cuba desviam recursos energéticos para enriquecer — afirmou Rubio. Ele destacou que esses líderes revendiam barris de energia no mercado paralelo, estocavam suprimentos para forças militares e utilizavam o racionamento de energia como uma forma de controle social.