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EUA considera morte de Niño Guerrero um aviso à América Latina

A morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, em operação militar conjunta, é vista pelos EUA como um alerta contra narcoterroristas na região.
Foto: Metropoles

A morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, líder da facção venezuelana Tren de Aragua, ocorreu em uma operação militar conjunta entre os Estados Unidos e a Venezuela na sexta-feira, 12 de junho. Patrick Weaver, subchefe de gabinete do secretário de Defesa dos EUA, comentou sobre o incidente em suas redes sociais.

Weaver afirmou que a eliminação de Niño Guerrero

envia uma mensagem clara à América Latina: não há refúgio para narcoterroristas em nosso hemisfério

. Ele destacou que o Departamento de Guerra e a Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis (A3C) continuarão a cumprir as promessas do ex-presidente Donald Trump.

Trump, que deu a ordem para a operação, descreveu o ataque como rápido e letal, referindo-se a Guerrero como

um dos líderes de organizações terroristas mais sanguinárias do planeta

. Weaver também mencionou três casos de venezuelanos ilegais nos EUA que ocorreram em 2024, durante a administração do presidente Joe Biden.

Ele criticou a gestão de Biden, afirmando que a fragilidade do governo permitiu que o narcoterrorismo se infiltrasse nos Estados Unidos. Weaver citou o assassinato de Laken Riley, uma estudante de enfermagem de 22 anos, na Geórgia, e o caso de Jocelyn Nungaray, uma menina de 12 anos, no Texas, como exemplos de crimes relacionados a venezuelanos que cruzaram a fronteira ilegalmente.

A morte de Laken Riley, que se tornou um símbolo logo no início do segundo mandato de Trump, resultou na aprovação da lei que leva seu nome, permitindo a deportação de acusados de crimes sem julgamento. O caso de Jocelyn Nungaray, que foi sequestrada e assassinada, também foi mencionado por Weaver como um reflexo da situação nas fronteiras.

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