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Erupção do Monte Dukono na Indonésia resulta em mortes de alpinistas

Uma erupção no Monte Dukono, na Indonésia, resultou na morte de três alpinistas e deixou sete desaparecidos. O guia Aleksius Djangu registrou o momento da tragédia.
Foto: G1

O guia de turismo Aleksius Djangu estava prestes a alcançar o cume do Monte Dukono, na ilha de Halmahera do Norte, quando o vulcão entrou em erupção. Durante a atividade, um grupo de alpinistas que se encontrava mais próximo do cume foi atingido por rochas.

Djangu registrou a erupção e expressou sua angústia ao afirmar:

As rochas estão vindo… elas os mataram. Oh, meu Deus, eles morreram. Eles morreram

. As autoridades confirmaram que três alpinistas perderam a vida e que sete permaneciam desaparecidos.

A erupção ocorreu por volta das 7h41, horário local, e foi a sétima do vulcão em uma semana, lançando uma coluna de cinzas a 10 km de altura. O chefe da agência local de resgate, Iwan Ramdani, informou que 20 alpinistas ficaram presos na área e que 17 foram resgatados.

Cinco dos alpinistas resgatados apresentaram ferimentos, embora seu estado de saúde não tenha sido detalhado. As equipes de resgate continuam as buscas na região montanhosa, onde a atividade vulcânica permanece intensa.

Sete pessoas que conseguiram escapar da erupção continuam desaparecidas. A área onde se acredita que estavam foi declarada de acesso proibido para visitantes devido ao aumento da atividade vulcânica observado por cientistas.

A operação de resgate enfrenta dificuldades devido ao terreno acidentado, que limita o acesso de veículos. As vítimas precisam ser transportadas em macas, e a atividade vulcânica continua a atrasar as operações.

A agência de vulcanologia da Indonésia manteve o alerta no nível II e recomendou que moradores e visitantes permaneçam a pelo menos 4 km da cratera Malupang Warirang, onde está localizado o Monte Dukono.

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