A mentira é uma parte intrínseca das relações humanas, manifestando-se em brincadeiras ou pequenas omissões. Contudo, quando esse comportamento se torna habitual e impacta negativamente a vida pessoal ou os relacionamentos, é essencial considerar suas implicações emocionais.
O psiquiatra Tales Cordeiro, do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo, destaca que não há um diagnóstico formal para a chamada "mentira patológica" na psiquiatria. No entanto, a frequência e a rigidez desse comportamento podem ser sinais de um problema mais profundo.
Cordeiro explica que um comportamento é considerado patológico quando causa prejuízos à pessoa ou a terceiros.
Se a mentira começa a gerar conflitos, perdas ou sofrimento emocional, ela passa a exigir atenção
, afirma o especialista.