O uso do termo síndrome de Asperger para descrever certas características comportamentais ainda é comum, mas desde 2013 essa condição foi incorporada ao diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA). Atualmente, o Asperger é considerado como TEA nível 1 de suporte, indicando que o indivíduo possui autonomia, mas enfrenta desafios na interação social.
Compreender essa mudança é essencial para buscar o suporte adequado e garantir uma melhor qualidade de vida. O diagnóstico precoce continua sendo a ferramenta mais eficaz para o desenvolvimento do paciente.
Atualmente, não há mais uma distinção diagnóstica oficial entre as nomenclaturas Asperger e autismo. O termo Asperger foi descontinuado nos manuais médicos mais recentes. Anteriormente, essa condição era identificada em pessoas sem atraso na fala ou deficiência intelectual, enquanto o autismo clássico apresentava prejuízos severos na linguagem.
A neuropediatra Marcela Toso esclarece que
Asperger é uma nomenclatura antiga dentro do espectro autista
. Hoje, os médicos se concentram em especificar apenas o nível de suporte necessário para cada caso.