O confronto entre as seleções de Cabo Verde e Espanha, realizado na última segunda-feira (15), terminou em um empate sem gols, resultado que gerou reações distintas. Enquanto a imprensa internacional considerou o resultado um revés para os europeus, a equipe africana celebrou o feito como histórico.
A diferença de valor de mercado entre as duas seleções é significativa. A seleção de Cabo Verde é avaliada em 54,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 320 milhões), conforme dados do site Transfermarkt. Em contrapartida, a Espanha possui um valor de mercado de 1,22 bilhão de euros (cerca de R$ 7 bilhões), posicionando-se como a terceira seleção mais cara da Copa do Mundo 2026, atrás apenas de Inglaterra e França.
O jogador mais valioso da seleção espanhola é Lamine Yamal, de 18 anos, avaliado em 200 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão). Ele entrou em campo na metade do segundo tempo, mas não conseguiu superar a defesa cabo-verdiana, que teve como destaque o goleiro Vozinha, de 40 anos, um dos mais experientes do torneio.
Por outro lado, o atleta mais caro da seleção de Cabo Verde é o zagueiro Logan Costa, do Villarreal, com um valor de mercado de 15 milhões de euros (R$ 88 milhões). Para efeito de comparação, o custo para contratar o meio-campista espanhol Pedri é estimado em 150 milhões de euros (R$ 882 milhões), o que representa um valor dez vezes superior ao de Costa.
Além disso, outros três jogadores da Espanha — Pau Cubarsí, Martín Zubimendi e Dani Olmo — têm valores individuais que superam o total do elenco de Cabo Verde. No ranking da FIFA, a Espanha ocupa a terceira posição, enquanto Cabo Verde está em 64º, 61 posições abaixo.