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Corinthians não prioriza venda de Yuri Alberto e impõe condições

O Corinthians não considera a venda de Yuri Alberto como prioridade, apesar do desejo do jogador de deixar o clube. A diretoria impõe condições para uma possível transferência.
Foto: PETER LEONE

A diretoria do Corinthians reconhece o interesse de Yuri Alberto em deixar o clube, mas não vê a negociação do atacante como uma prioridade para a próxima janela de transferências. A análise interna aponta que, devido à posse de apenas 40% dos direitos econômicos do jogador, outras transações são consideradas mais vantajosas financeiramente.

Jogadores como André Ramalho e Breno Bidon, que possuem uma fatia maior dos direitos, são vistos como ativos com maior potencial de retorno. Além disso, a saída de Yuri Alberto é considerada mais impactante tecnicamente em comparação com a perda de outros atletas do elenco.

Apesar das críticas externas sobre seu desempenho, a avaliação do clube é de que Yuri possui características raras e mantém uma produção ofensiva significativa, criando muitas oportunidades e apresentando uma média relevante de conversões.

Embora não priorize a venda, o Corinthians não descarta uma transferência, mas impõe condições. O clube deseja receber entre 20 e 22 milhões de euros pela parte que detém em uma eventual negociação.

A diretoria também espera que os representantes do jogador colaborem para viabilizar o negócio. O empresário André Cury, que tem direito a 10% de comissão sobre a venda, precisaria renegociar os valores ou abrir mão do percentual.

Cury é um dos principais credores do Corinthians, com uma dívida em torno de R$ 40 milhões, o que já resultou em ações judiciais para bloqueio de contas do clube. A pendência está sob o Regime Centralizado de Execuções, frequentemente contestado judicialmente pelo empresário.

Desde o ano passado, o estafe de Yuri Alberto busca uma transferência para o futebol europeu, mas a permanência do jogador no Corinthians depende de sua própria vontade. A renovação contratual até junho de 2030, firmada em julho do ano passado, foi vista como uma estratégia para aumentar o potencial de lucro em uma futura negociação.

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