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Cida Gonçalves critica práticas misóginas no Parlamento e defende candidaturas femininas

A ex-ministra Cida Gonçalves enfatizou a necessidade de aumentar a presença feminina na política e criticou a persistência de práticas misóginas entre parlamentares durante seminário em João Pessoa.
Foto: Reprodução / Assessoria

A ex-ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, defendeu a ampliação da presença feminina na política e criticou a reprodução de práticas misóginas no meio parlamentar. Durante um seminário em João Pessoa, ela destacou que é fundamental eleger mulheres comprometidas com a democracia e políticas sociais.

Cida, especialista no enfrentamento à violência contra as mulheres, afirmou que o voto feminino será decisivo nas próximas eleições. Ela ressaltou a importância de votar em mulheres para promover mudanças significativas na política.

A ex-ministra também mencionou a candidatura de Lídia Moura a deputada federal, considerando-a uma representação da democracia e da luta pelos direitos das mulheres na Paraíba. Para Cida, Lídia possui a experiência e o compromisso necessários para atuar em favor dos segmentos historicamente excluídos.

Cida Gonçalves destacou que candidaturas como a de Lídia são essenciais para fortalecer as ações do governo nas áreas sociais e na defesa da democracia. Ela enfatizou que as mulheres são as principais defensoras das políticas que melhoram a vida da população.

Apesar dos avanços, Cida avaliou que o número de candidaturas femininas ainda é insuficiente, citando a falta de recursos e garantias efetivas por parte dos partidos como obstáculos. Ela observou que as mulheres têm consolidado sua presença na gestão pública e no debate político.

A ex-ministra também alertou sobre a violência política de gênero e os discursos de ódio que buscam afastar as mulheres dos espaços de decisão. Cida reafirmou a força e a resistência das mulheres, que estão se posicionando e não recuarão.

Cida Gonçalves concluiu que temas como feminicídio e violência contra as mulheres são cada vez mais relevantes no debate eleitoral, pois influenciam diretamente as decisões das eleitoras. Ela afirmou que quem quiser governar precisará abordar essas questões, já que as mulheres representam a maioria do eleitorado.

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