A pré-candidata Capitã Rebeca se manifestou sobre a recente decisão do governo dos Estados Unidos de classificar organizações criminosas como o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas. Para ela, a expansão dessas facções representa uma das maiores ameaças à segurança pública no Brasil.
Rebeca enfatizou que o impacto dessas organizações vai além da criminalidade comum, afetando diretamente a vida de milhões de brasileiros.
Para quem mora em regiões dominadas por facções, a realidade muitas vezes é pior do que uma guerra. São comunidades inteiras submetidas ao medo, à extorsão, ao recrutamento de jovens pelo crime e à ausência da liberdade mais básica, que é o direito de viver sem estar sob o controle de criminosos — afirmou.
A pré-candidata defendeu a necessidade de um endurecimento nas ações contra essas organizações, considerando o combate às facções uma prioridade nacional. Segundo ela, o crescimento desses grupos é um desafio que ultrapassa as fronteiras estaduais e requer uma integração entre as forças de segurança, inteligência e o sistema de justiça.
Rebeca também destacou que o poder financeiro e territorial de algumas facções exige novas estratégias de enfrentamento.
Estamos falando de estruturas que movimentam milhões, possuem armamento pesado e exercem influência sobre territórios inteiros. O Estado precisa responder à altura dessa ameaça — concluiu.
Essas declarações devem intensificar o debate sobre o tratamento jurídico e político das organizações criminosas no Brasil, um tema que vem ganhando relevância em meio ao fortalecimento das facções e à crescente preocupação da população com a segurança pública.