O Hard Rock Stadium, em Miami, será o cenário do confronto entre Brasil e Escócia na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. O jogo está marcado para esta quarta-feira (24), às 19h (horário de Brasília). Este estádio, que já recebeu o Grande Prêmio de Miami de Fórmula 1, passou por reformas significativas para se adaptar a grandes eventos esportivos.
A vitória de Kimi Antonelli, no GP de Miami, em 3 de maio, marcou o fim de um projeto de três meses e meio de reformas no estádio. Após a corrida, a contagem regressiva começou para a montagem das estruturas necessárias para a Copa do Mundo, que ocorrerá em um prazo de aproximadamente um mês e duas semanas.
O Hard Rock Stadium, inaugurado em 1987, passou por uma modernização entre 2015 e 2017, com um investimento de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões). As melhorias incluíram a troca de todos os assentos, revitalização dos camarotes e a instalação de uma cobertura que protege contra furacões e tempestades tropicais.
Localizado em Miami Gardens, o estádio é a casa do Miami Dolphins, da NFL, e já recebeu seis edições do Super Bowl. Além disso, foi sede do Miami Marlins, da MLB, de 1993 a 2011, consolidando-se como um dos estádios mais versáteis dos Estados Unidos.
Nos últimos anos, o Hard Rock Stadium tem se destacado como um espaço multiuso, recebendo eventos como o Miami Open, um importante torneio de tênis, e, a partir de 2023, a área de paddock e a F1 Village do GP de Miami.
A capacidade de adaptação do estádio é um diferencial em relação a outras sedes da Copa de 2026, como o MetLife Stadium e o SoFi Stadium, que operam principalmente como arenas permanentes. O Hard Rock Stadium, por sua vez, se destaca pela versatilidade em alternar entre diferentes tipos de eventos em um curto espaço de tempo.
Em 2026, o estádio terá um papel central na Copa do Mundo, recebendo jogos de seleções e reforçando sua posição como um dos principais palcos do futebol fora da Europa.