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André Gadelha critica gestão estadual e pede transparência na PPP da Cagepa

O deputado André Gadelha (MDB) criticou a falta de transparência na PPP da Cagepa e denunciou atrasos no programa Tá na Mesa, além de questionar pagamentos a anestesistas.
Foto: Fonte 83

Durante pronunciamento na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o deputado estadual e pré-candidato ao Senado, André Gadelha (MDB), fez críticas contundentes ao Governo da Paraíba. Ele abordou a falta de esclarecimentos sobre a Parceria Público-Privada (PPP) da Cagepa, denunciou atrasos nos pagamentos do programa Tá na Mesa e questionou a situação dos médicos anestesiologistas, que, segundo ele, estão sem receber pelos serviços prestados.

Ao discutir a PPP da Cagepa, Gadelha defendeu a criação da "CPI do Esgoto

, com o objetivo de garantir maior transparência sobre o processo. Ele enfatizou a importância de a população ter acesso às informações relacionadas à parceria e seus impactos.

A gente quer apenas a transparência de toda uma PPP que foi combinada com os municípios e, principalmente, com a população. E quem vai pagar essa conta é o povo", afirmou.

O deputado também criticou os atrasos nos repasses do programa Tá na Mesa, destacando que empresários que prestam serviços ao programa enfrentam dificuldades financeiras devido à falta de pagamento.

São 90 dias de atraso de comerciantes reclamando que não têm condições de pagar seus impostos, seus fornecedores e até seus aluguéis — disse.

Além disso, Gadelha levantou a questão dos médicos anestesiologistas, que, segundo ele, estão acumulando meses sem receber.

Desde janeiro os anestesistas não recebem seus vencimentos. Ninguém consegue realizar uma cirurgia sem a presença de um anestesista — ressaltou.

Ao finalizar seu discurso, o deputado reiterou suas críticas à gestão estadual e exigiu explicações sobre os problemas mencionados. Para Gadelha, o Governo deve priorizar esclarecimentos sobre os atrasos nos pagamentos e as questões relacionadas à PPP da Cagepa.

As declarações de André Gadelha ampliam o debate político em torno da administração estadual e devem ter repercussão nos próximos meses, especialmente com a aproximação das eleições de 2026, quando ele pretende concorrer a uma vaga no Senado Federal.

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