O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho, comentou sobre a carta divulgada pelo senador, interpretando-a como um desabafo após a saída de Flávio do Brasil para os Estados Unidos. A declaração foi feita a jornalistas no Senado Federal.
Marinho destacou que o conteúdo da carta reflete o momento atual de Flávio, que manifestou a intenção de liderar a oposição brasileira a partir do exterior. Na carta, o senador também levantou questionamentos sobre o resultado das eleições, insinuando a possibilidade de fraude.
Apesar das alegações, Marinho admitiu que não existem provas que sustentem as acusações de irregularidades nas eleições.
O PL não pode fazer essa afirmação, nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há provas nesse sentido — afirmou.
A Carta Passou Por Uma Alteração Após Sua Divulgação Inicial
A carta passou por uma alteração após sua divulgação inicial. Na versão original, Flávio se autodenominou o "verdadeiro presidente eleito do Brasil
, mas essa expressão foi posteriormente substituída por
líder do Brasil". Marinho atribuiu essa mudança a um possível erro na redação do documento.
Além disso, o senador se manifestou contra a interferência de países estrangeiros nos assuntos internos do Brasil, em meio à repercussão das declarações de Flávio nos Estados Unidos.
Fonte: Polemicaparaiba