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Projeções indicam aumento da bancada feminina no Senado em 2026

As eleições de 2026 podem elevar a bancada feminina no Senado de 15 para 22 integrantes, representando 27,1% das cadeiras. Apesar do aumento, a representatividade ainda é considerada baixa.
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

As eleições de 2026 podem resultar em um aumento significativo na bancada feminina do Senado Federal, passando de 15 para 22 integrantes, conforme levantamento realizado com base em pesquisas eleitorais recentes. Esse crescimento de 46,6% não altera, no entanto, o cenário de baixa representatividade das mulheres na Casa.

Se as previsões se confirmarem, as 22 senadoras representarão 27,1% dos 81 senadores. A primeira mulher a ocupar uma cadeira no Senado brasileiro foi Eunice Michiles, eleita em 1979, após 153 anos da criação da Câmara dos Senadores.

Das 54 cadeiras em disputa, 16 devem ser destinadas a mulheres, segundo as pesquisas. Nove senadoras encerram seus mandatos em fevereiro de 2027, enquanto 16 candidatas têm chances de se eleger ou reeleger em 14 estados e no Distrito Federal. Outras seis senadoras permanecem até 2031.

As eleições de 2026 renovarão dois terços das vagas do Senado, com cada estado elegendo dois representantes para mandatos de oito anos. Projeções indicam que 12 estados devem eleger apenas homens.

Candidatas lideram as pesquisas de intenção de voto em dez estados e no Distrito Federal, que deve eleger duas mulheres. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é apontada como favorita para a primeira vaga, enquanto a senadora Leila do Vôlei busca a reeleição na segunda vaga.

O levantamento considerou as duas primeiras colocações das últimas pesquisas eleitorais, mas a quantidade de votos em branco e nulos pode impactar os resultados. Portanto, os dados são indicativos e não previsões definitivas.

A renovação prevista para 2027 pode incluir 11 novas senadoras, entre elas quatro ex-primeiras-damas. Além disso, duas senadoras estão em busca de reeleição, enquanto outras deputadas federais estão cotadas para ocupar assentos no Senado.

Mudanças nas candidaturas também foram observadas, com algumas senadoras optando por posições de suplência. A vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Mara Gabrilli, se lançou como candidata a deputada estadual.

Diversas deputadas e ex-prefeitas estão entre as candidatas que buscam uma vaga no Senado pela primeira vez, refletindo um cenário dinâmico nas eleições de 2026.

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