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Observadores Internacionais Iniciam Monitoramento das Eleições no Brasil

Delegações de organizações internacionais já estão no Brasil para monitorar as eleições, avaliando a integridade e a eficácia do processo eleitoral. Mais de 140 observadores de sete instituições acompanharão a votação...
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

Delegações de organizações internacionais começaram a chegar ao Brasil para atuar como observadoras do processo eleitoral. O objetivo principal é avaliar a integridade, a eficácia operacional e o cumprimento das normas eleitorais.

Mais de 140 observadores de sete organizações internacionais estarão presentes para acompanhar a preparação, a votação e a apuração das eleições. Entre as instituições envolvidas estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia, a Liga dos Estados Árabes (LEA), a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e a Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE).

A OEA, por exemplo, conta com uma missão composta por 91 observadores de 23 países, que irão monitorar o processo em 20 estados e no Distrito Federal. O ex-secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, lidera a delegação, que já se reuniu com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

Na quarta-feira, os observadores da OEA se encontraram com técnicos e membros da campanha do senador Flávio Bolsonaro. A OEA destaca que sua equipe inclui especialistas em diversas áreas, como organização eleitoral, tecnologia, justiça eleitoral e comunicação digital.

A missão do Parlamento do Mercosul chegou ao Brasil no dia 29 de setembro, liderada pelo parlamentar argentino Raul Bittel. O grupo se reuniu com consultores do Senado Federal e com o chefe da Assessoria Especial da Presidência da República, Celso Amorim. O Parlasul enfatizou que sua missão será técnica e neutra, respeitando a soberania nacional e as normas eleitorais brasileiras.

Além das organizações internacionais, entidades nacionais e governos estrangeiros também poderão atuar como observadores, desde que credenciados pelo TSE. Entre as instituições nacionais autorizadas estão o Transparência Eleitoral Brasil e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

Observadores do The Carter Center também estão no Brasil, liderados por Jennie Lincoln, que se reuniram com integrantes do TSE. A organização se concentrará em aspectos como tecnologia eleitoral e educação do eleitor, destacando a importância das eleições para a democracia na região.

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